Se você gosta de refletir sobre questões éticas, se pergunta sobre o que é certo ou errado, se preocupa em estabelecer critérios antes de tomar decisões, esse livro é para você!

Michael J. Sandel é o mais novo sucesso da Universidade de Harvard, suas aulas são concorridas e provocativas, além disso, faz sucesso na internet, onde vídeos de suas aulas são acessados por milhares de pessoas.

No livro ele relaciona assuntos do dia-a-dia com grandes problemas da filosofia.  O autor tem o dom de transformar as ideias de Aristóteles, Immanuel Kant, John Stuart Mill, entre outros filósofos, numa linguagem acessível em termos que todos podemos entender.

Temas instigantes como: suicídio assistido, ações afirmativas, casamento entre pessoas do mesmo sexo, tortura, aborto, são analisados com base em diferentes filosofias, provocando uma reflexão sobre esses conflitos, de forma a propiciar uma revisão de nossas convicções.

Vale a pena ler, o livro nos leva a uma viajem explorativa pelo mundo da filosofia, mas que também não deixa de ser uma viagem pelo mundo real!

Titulo: Titulo: Justiça – O que é fazer a coisa certa

Autor: Michael J. Sandel

Editora: Civilização Brasileira

Ótima leitura, eu recomendo!

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Abraços e boa leitura a todos.

Yara Leal de Carvalho

www.asdp.com.br

Segundo pesquisa feita pelo International Stress Management no Brasil (Isma-BR) http://ismabr.blogspot.com/2011_10_01_archive.html , com profissionais brasileiros:

76% Estão infelizes

59% Estão descontentes com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional

31% Estão desmotivados

52% não estão satisfeitos com seus gestores

81% Se sentiram enganados pelas propostas do emprego após a contratação

Isso significa que, dentro de um ambiente de trabalho temos mais pessoas infelizes do que profissionais satisfeitos! Olhe para os lados, é isso que você vê?  É assim que você se sente?

Podemos dizer que satisfação e insatisfação são fenômenos causados por motivos distintos, sendo a insatisfação determinada pela carência dos fatores extrínsecos ao trabalho e satisfação determinada pelos fatores intrínsecos ao trabalho:

Fatores Extrínsecos – eliminam insatisfação

Recompensas financeiras

Benefícios

Promoções

Apoio social

Fatores intrínsecos – provocam satisfação real

Significância – entender qual é o propósito do seu trabalho e o quanto ele contribui para os objetivos da empresa.

Autonomia – ser responsável por uma parte importante do trabalho, podendo agir com independência.

Variedade – ser exposto a atividades diversificadas.

Identidade – conhecer qual é sua posição dentro da empresa e qual sua relação com os demais.

Feedback – Buscar o aprimoramento por meio do retorno sobre o seu desempenho.

Há algum tempo, satisfação no trabalho era segurança, carteira assinada, trabalhar dentro de sua especialização. Hoje esse sentimento pode ser traduzido como crescimento profissional, qualidade de vida, ambiente propício para o desenvolvimento, reconhecimento, ter um gestor que seja exemplo, receber desafios, entre outras coisas. Manter-se satisfeito diante de um mundo complexo como o atual não é uma tarefa fácil, mas deve ser um objetivo tanto de empresas quanto de profissionais.

Segundo Locke (1976), satisfação no trabalho é o estado positivo ou de prazer, resultando na avaliação positiva do trabalho do individuo.

Então como conquistar a satisfação no trabalho? Um caminho pode ser observar e procurar desenvolver as características que as pessoas felizes no trabalho apresentam.

Segundo o psicólogo holandês Arnold B. Bakker (em matéria na revista Isto É – out/2011), as pessoas satisfeitas no trabalho são naturalmente engajadas. Ou seja, conseguem investir energia, otimismo e dedicação no que fazem. Fundamentalmente, conseguem moldar o ambiente de trabalho para atender melhor às suas necessidades e não o contrário. Além disso, as pessoas contentes com o seu trabalho possuem uma autoestima elevada, são confiantes, flexíveis e têm metas definidas, ou seja, sabem o que querem.

Procure trabalhar os fatores intrínsecos ao trabalho mudando sua postura:

  • Encontre o sentido do seu trabalho, procure entender qual é o propósito do que faz e qual o impacto que sua atividade tem dentro da empresa;
  • Busque oportunidades para realizar novos trabalhos e atividades diversificadas;
  • Negocie com o seu gestor maior grau de autonomia e responsabilidade;
  • Saiba solicitar e fazer bom uso de feedback. Busque o desenvolvimento por meio dessa ferramenta;
  • Procure entender a hierarquia da empresa e construir alianças que ajudem a atingir resultados.

Um processo de coaching pode ser um grande aliado na busca de satisfação no trabalho. Empregamos a maior parte do dia no trabalho, portanto é muito pouco ser feliz somente aos finais de semana. Conquistar a satisfação no trabalho deve ser uma meta importante na vida de cada um de nós.

Vejam o filme com a palestra do Daniel Pink sobre esse tema. Muito boa e complementar ao post.

E então caros leitores, o que vocês pensam sobre esse tema? Escrevam para provocar um debate. Ser feliz no trabalho é uma causa nobre!

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Abraços,

Yara Leal de Carvalho

ASDP Consultores

www.asdp.com.br

Para refletir:

“Quem não sabe o que quer, pode ficar satisfeito com qualquer coisa. Só que, o mais comum, é ficar insatisfeito com tudo!” Autor desconhecido

Saber o que se quer, pode parecer fácil. Mas o medo da decepção pode ser tão grande, que preferimos não arriscar. Mas lembre-se, ter clareza dos seus desejos é um dos pontos chaves para atingir seus objetivos.
Portanto, fica o desafio: você sabe com clareza o que você quer?

Grande abraço

Bruna Lauletta

Pessoas de sucesso

Você alguma vez já se perguntou o que leva uma pessoa a ter muito sucesso? É sorte e/ou capacidade? Será que existe um caminho que podemos seguir que irá aumentar nossa chance de sucesso?

O que leva uma pessoa a ter sucesso é um dos assuntos mais estudados por um Coach.  Na minha experiência, o que tenho aprendido é que o sucesso é o resultado de muitos fatores. Não podemos garantir que teremos sucesso com uma determinada ação, pois existem fatores externos que não dependem de nós. Mas, existem muitos comportamentos e crenças que aumentam muito a nossa chance de sucesso. E geralmente é isto que faz toda a diferença. 

Esta semana vi um vídeo muito bom da entrevista com um milionário chamado Marc Allen. Achei realmente inspirador e acho que ele conseguiu resumir, de forma bela, princípios do sucesso e muitas perguntas que costumamos fazer num processo de coaching.

Infelizmente, não achei o vídeo com legenda em português, e é uma entrevista bem longa. Mas vou fazer um resuminho de algumas ideias que gostei muito. Se alguém estiver com o inglês afiado e quiser assistir a entrevista, realmente sugiro que assistam.

Marc Allen fez faculdade de musica e durante seu inicio de carreira não conseguia parar em nenhum emprego e estava quebrado. Aos trinta anos ele se deu conta que já não era uma criança e resolveu tomar um rumo em sua vida. Ele se lembrou de um jogo que dizia: imagine que tudo o que você sonha pudesse se tornar realidade… Como você estaria vivendo daqui a 5 anos? Ele se permitiu experimentar e na sua resposta apareceu que ele queria ter uma editora. Ele ficou surpreso com sua resposta, pois nunca tinha tido esta clareza. Mas resolveu ir atrás de seu sonho. Num trecho da entrevista ele diz: “Negociei com meus medos e duvidas e falei que ia fazer um experimento por um ano. Vou fazer tudo o que posso para ir atrás do meu sonho e vou ver no que dá.”

Conclusão: hoje ele é o dono de uma editora, escritor, músico e milionário. E, o mais interessante, é que ele conseguiu tudo isso de uma forma tranquila e sendo preguiçoso, como ele mesmo diz.

Abaixo segue a transcrição de alguns trechos que considero inspiradores.

“ Sorte é a preparação encontrando a oportunidade…. Você se prepara e as oportunidades estarão lá.

Como a gente se prepara? Sonhe com o que você quer fazer. E faça um plano. De que forma a gente pode chegar lá? Nem se preocupe com o plano…. O plano pode mudar a qualquer hora. Nem precisa ser um bom plano. Não importa. Contanto que você tenha um plano. Você faz um plano e começa dar os passos que você pode dar. E, de repente, você vai ver mais oportunidades. Você vai começar a aproveitar estas oportunidades e as pessoas vão começar a dizer que foi sorte….

Você pode sair do seu curso de rota diversas vezes e ainda assim atingir seu destino….

É como um avião, que fica 95% do tempo fora da sua rota, e o piloto fica corrigindo…

Volte para o plano…

Qual era o plano? Qual era o sonho? O que eu posso fazer?”

Portanto, deixo algumas perguntas para vocês:

Qual é o seu sonho? Qual é o seu plano? O que você pode começar a fazer?

Uma ótima semana e obrigada Eduardo Leal por ter compartilhado esta entrevista.

Abraços

Bruna Lauletta

Liderança em Foco

Olá!

Estou lendo  o livro “Liderança em Foco” de Mario Sergio Cortella e Eugenio Mussak. Ambos são pessoas que me inspiram muito. Gostaria de compartilhar com você que é líder de uma equipe ou tenha esta possibilidade de ter uma equipe um dia, algumas palavras:

“E quando escolhemos liderar, abrimos mão do conforto de não liderar. Uma coisa importantíssima, básica mesmo, que temos que saber é que, ao liderarmos um grupo de pessoas, o nosso grau de responsabilidade será multiplicado pelo número de pessoas que estaremos liderando.”

A liderança de pessoas é algo muito sério e importante. Como líder, você pode alavancar o potencial que existe em seu colaborador como também pode arruinar algumas possibilidades de carreira e perspectivas.

Pense nisto.

Um abraço e ótimo final de semana para você,

Ticiana C. Tucci

ticiana@youlead.com.br

Rafael Moliterno Neto, 55 anos, é formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos e tem como especialidade otorrinolaringologia. É pós-graduado em Gestão Empresarial, com MBA em Marketing de Serviços pela Faculdade de Economia e Administração, pela Universidade de São Paulo, e MBA em Seguros pela Fundação Getúlio Vargas e Funenseg.

Foi presidente da Associação Médica de Americana. No Sistema Unimed, foi presidente da Unimed Bandeirantes – Federação de Cooperativas de São Paulo. Também foi diretor de relações internacionais da Unimed do Brasil, presidente da Unimed Tecnologia e diretor de desenvolvimento da Fundação Unimed.

Hoje, é diretor-presidente da Seguros Unimed e presidente da Unimed Santa Bárbara D’Oeste e Americana pela quarta gestão.

1- Na sua opinião, quais as competências necessárias para um líder de equipes?

RM – Saber lidar com pessoas é muito importante. Quem está à frente de uma grande empresa sabe que o bom trabalho depende de todo o time.

2- Como você espera que a nova geração de líderes reaja a um sistema movido por resultados, trabalho em equipe e melhoria de processos?

RM – Olhando assim, é tudo isso. De certa forma o líder tem que olhar para esses sistemas com o mesmo grau de importância. Mas acredito também que os jovens líderes acharão novas fórmulas de convivência, de conexões. E não vai demorar muito tempo, pois a chamada geração Y, cada vez mais, já está ocupando cargos de liderança em uma era em que é preciso inovar constantemente para manter-se competitivo. Acredito nessa nova geração. Nós na Seguros Unimed estamos desenvolvendo programa específicos para esse perfil de colaborador.

3-Qual a sua expectativa com o trabalho de Coaching implantado recentemente na Unimed?

RM – Muito positiva. Começamos esse processo na Seguros Unimed pela Diretoria Executiva. Agora estamos finalizando com o grupo de Superintendentes. Entramos nesse processo, por uma razão importante: criamos um planejamento estratégico para 2020. Temos metas bem claras e uma delas é ser reconhecida como uma empresa que cuida de pessoas (internamente e externamente). O Coaching é um dos passos importantes da agenda de Gestão de Pessoas. Após ele, estamos elaborando encontros para team building. Não vamos parar por aí. Há muito mais para 2012.

4-Para que níveis da organização o processo de Coaching, foi implantado?

RM – Diretoria Executiva e Superintendentes. Começamos com a Diretoria Executiva por duas razões: o processo em si e o efeito demonstração. Foi muito bom.

5-Na sua opinião, de que maneira os lideres podem se beneficiar com o processo de Coaching?

RM – Costumo dizer que no mínimo saem deste processo conhecendo um pouco mais sobre si próprios. Obviamente temos outros ganhos principalmente voltados aos skills direcionados à liderança de pessoas.

6-Houve algum tipo de resistência durante a implantação do processo de coaching?

RM – Não. Acredito que o efeito demonstração tenha dado resultado.

7-Já deu tempo para observar resultados do programa de Coaching? Quais são?

RM – Na Diretoria Executiva foi muito bom. Com os Superintendentes ainda estamos analisando, mas o feedback tem sido muito favorável. Porém, importante é que o Coaching pertence à uma estratégia de Gestão de Pessoas. Isso sim é que vamos analisar no final do ano.

8-Com a realidade das grandes redes integradas do sistema de saúde em hospitais e consultórios médicos, que tipo de desafio as lideranças enfrentam?

RM – Voltarei a primeira resposta. Temos que gostar de lidar com pessoas. Entender suas necessidades e torná-las possível. A nossa atividade é muito sensível a isso.

9 – O senhor começou a carreira como médico e hoje concilia a gestão administrativa com o atendimento clínico. Como vê essa mudança de papéis e quais foram os desafios durante esse caminho?

RM – Acho que não mudei de papel. Só somei à minha atividade mais uma que é a de administrar em grande escala. Sou medido e continuo clinicando, faço plantões. O que muda nesta rotina é a minha presença no Sistema Unimed que, para me capacitar, fui me especializar em Marketing e Administração. São matérias pouco usuais para um cv de um médico. Gosto de aprender. O aprendizado é constante e prazeroso.

10 – O jovem recém formado se especializa e tempos depois passa a desempenhar cargos de liderança quase sem nenhum preparo de gestão de pessoas e/ou processos. Como o senhor vê essa transição de carreira e quais alternativas considera eficazes no processo?

RM – Qualquer mudança gera um desconforto. Neste caso não é diferente. Não vejo grandes alterações por serem jovens. Temos que acompanhar todos os que estão mudando, jovens ou não.

11 – Que mensagem gostaria de deixar para os leitores do Blog?

RM – Primeiro para que as pessoas se aprofundem no tema Coaching. É importante pelo o que representa nas corporações. Segundo é que mesmo havendo diferença entre gerações, algumas das ferramentas que usamos ainda são universais e podem ser aplicadas para qualquer profissional, seja qual for a sua idade.

Para complementar o post de segunda-feira, escolhi a frase de Henry Ford que ilustra bem o poder do estado de atenção:

Há um punhado de homens que conseguem enriquecer simplesmente porque prestam atenção aos pormenores que a maioria despreza.

Henry Ford

Atenção, Intenção

Outro dia aprendi a diferença entre atenção e intenção. Em qual estado você acha que consegue obter resultados mais efetivos? Em qual estado você consegue colaborar mais com seus pares, líderes ou subordinados? Você acha melhor fazer suas tarefas com pressa ou com rapidez? Há uma diferença…
Quando estamos no estado de atenção, abrimos mão do ego, entramos no estado do adulto, centramento, podemos expandir nossa consciência e estar ciente de tudo que nos rodeia, agimos com rapidez e eficiência dentro daquilo que nos é confiado a responsabilidade. Quando estamos no estado da intenção, a mente nos sabota, o ego nos domina, agimos com pressa e na maioria das vezes de forma ineficaz invadindo o espaço de responsabilidade do outro. Motivo: agimos com intenção de satisfazer uma necessidade própria que se sobrepõe a algum propósito maior.
Ser reconhecido, sentir-se importante, pertencer, destacar-se, são coisas importantes. Mas são expectativas que geramos em relação aos outros, não está sob nosso controle se as pessoas irão nos dar o devido valor (ou o que achamos que valemos) ou não. Devemos saber qual é nosso lugar, quais são nossas responsabilidades e cumpri-las da melhor forma possível. O resto é consequência.
E nessa busca de nos satisfazer, queremos fazer tanto e esquecemos que o outro também procura a mesma coisa que nós! Ele também tem suas necessidades a serem atendidas. Assumimos responsabilidades que não são nossas com a justificativa de “que ninguém faz igual a mim”. Óbvio! Você é único! Assim como o outro que também merece a chance de exercer seus dons e qualidades, desenvolver-se.
Junte a enorme quantidade de tarefas a serem feitas com alguns pensamentos “eu tenho que dar conta, preciso impressionar, mostrar serviço, o que vão pensar de mim”, e a pressa reina no seu dia. Na intenção você faz tudo com pressa, atropela as coisas, não sabe por onde começar, não estabelece prioridades, tudo é urgente. Consequentemente a qualidade cai.
Ao contrário, na atenção, você assume exatamente aquilo que lhe cabe. Dedica tempo e cuidado a sua tarefa, consegue atuar em equipe sem querer ofuscar o outro, age com rapidez (sem pressa), respeita e entende a hierarquia, mantém a calma em momentos de estresse sem perder os mínimos detalhes.
A diferença entre pressa e rapidez é simples. Na pressa você quer tanto satisfazer sua necessidade que perde o foco e consequentemente falha em algum ponto. Na rapidez você atua com serenidade, foco, confiante e consequentemente seu resultado é bem mais significativo.
Todos têm o propósito de gerar resultados rápidos e eficientes para a empresa e contribuir com o desenvolvimento das pessoas à nossa volta. Conseguiremos cumprir com nossas responsabilidades na atenção ou na intenção?
Lanço essa questão e gostaria que você leitor nos respondesse com a sua opinião!
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Um grande abraço!

Alexandre Nakandakari

Paciência

“A paciência… é cultivada através do processo racional de análise… É essencial começar nosso treinamento da paciência quando estamos calmos, e não quando sentimos raiva”. Dalai Lama

Assistam este desenho animado que é educativo e  está relacionado ao tema que postei na segunda-feira “Transformando o estresse”. Espero que gostem!

Abraços a todos!

Liana

Transformando o estresse

Vocês já repararam como a palavra “estresse”( ou “stress” )se incorporou ao nosso cotidiano de uma forma absurda?  Seja no trânsito, no ambiente de trabalho, nas relações interpessoais, na administração do lar, todos a utilizam de forma corriqueira.

O estresse pode ser definido como soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos (estressores) e que permitem ao indivíduo superar as  exigências do meio ambiente e o desgaste físico e mental causado por esse processo.

É mais comum enfatizarmos  o estresse que passa do limite e por isso se  torna negativo, afetando o nosso emocional (desequilíbrio emocional) e também o nosso físico ( somatização de  sintomas). No entanto, em níveis adequados, o estresse pode inspirar o indivíduo a se superar.

O processo de Coaching estimula a transformação  do problema em desafio e oportunidades de aprendizado. Como podemos colocar a transformação desejada  em prática?

Tomemos como exemplo uma situação de estresse no trânsito da maior cidade do Brasil – São Paulo. Na primeira esquina, ao sairmos de casa já enfrentamos uma longa fila de carros . Todos apressados para chegarem aos seus compromissos. Começa a batalha para ganhar espaço no cruzamento do farol e ….salve-se quem puder!!!

Algumas atitudes podem ajudar a equilibrar o padrão de consciência que fica paralizado numa situação  de estresse. Vejamos quais são elas:

1-      Reconhecer a situação para gerar objetividade

Se pudermos apenas observar a cena, de uma forma distanciada e objetiva , perceberemos que conseguimos bloquear a sensação de estresse porque não nos incluimos na situação. Desta forma, nos afastaremos dos pensamentos que nos afligem como: “estou atrasado”, “esse espertinho vai sair na minha frente”, etc.

2-      Respirar de maneira  cadenciada para trazer coerência ao sistema fisiológico

Uma boa atitude é sentir a respiração de forma leve, ritmada e sob seu controle.

3-      Pensar Positivamente para  melhorar o desempenho

Faça um esforço para buscar uma sensação positiva, como  boas lembranças da infância, o aroma do bôlo de chocolate quentinho, a risada do seu filho.

4-      Questionar alternativas abre o leque de possibilidades

Pense o que seria eficaz para a busca de solução e para desestressar o seu sistema.  Rotas alternativas, horários flexíveis,  elasticidade de tempo para o trajeto,  ouvir música enquanto dirige? Estas opções podem trazer comportamentos alternativos que amenizam o estresse.

5-      Buscar novas perspectivas para a solução do problema

 Viabilizar a prática de novas possibilidades pode ajudar  na forma de lidar com o estresse e melhorar  a maneira de enxergar o que parecia ser um grande problema.

Sustentando as percepções e sensações das situações propostas acima, fica mais fácil bloquear as reações do estresse. Abrindo possibilidades, temos opções de escolhas e amenizamos as respostas físicas e mentais causadas por fatores estressores.

Uma vez desenvolvido esse costume, ele poderá ser expandido para outras situações do nosso dia a dia. Que tal começarmos a praticar???

Abraços,

Liana

westinrh@uol.com.br

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